Irmãos negam assassinato de cabo da Polícia Militar

O depoimento foi feito aos delegados Wagner Dorta e Pedro Ivo.

Polícia | Em 25/07/12 às 16h43, atualizado em 25/07/12 às 16h57 | Por Hyldo Pereira
Emerson Machado
Carro do policial

Os irmãos Dialan e Fábio Assis, que se apresentaram a Delegacia de Homicídios de João Pessoa, suspeitos pela morte do cabo da Polícia Militar José de Arimateia Andrade Santos, de 44 anos, ocorrida nesta terça-feira (24), negaram a participação no assassinato. O  depoimento foi feito aos delegados Wagner Dorta e Pedro Ivo. Um terceiro também está sendo ouvido.

O advogado Aluísio Lucena, que acompanha os suspeitos, disse a reportagem do Portal Correio que eles se apresentaram espontaneamente a polícia e solicitaram o exame de residuograma de pólvora para comprar que idoneidade dos jovens.

“Já solicitamos o exame de residuograma para comprar que eles não têm envolvimentos com a morte do policial”, comentou Aluísio Lucena.

Segundo o advogado, os policiais militares chegaram até os rapazes após denúncias anônimas. Houve perseguição, mas o trio foi detido.

Na casa de um deles, os policiais encontraram coletes à prova de bala, rádio de comunicação, algemas e uma motocicleta.

Aluísio Lucena revelou que os policiais do Bope, Força Tática e da Unidade de Polícia Solidária de Mandacaru chegaram até os suspeitos porque em 2009 parentes dos detidos foram assassinados e, segundo o advogado, o cabo teria participação no crime.

O policial militar José de Arimatéria Andrade, 40 anos, foi assassinado no início da noite desta terça-feira (24), enquanto trafegava nas proximidades do viaduto 'Sonrisal', no bairro do José Américo em João Pessoa.

O cabo da PM estava dirigindo seu veículo quando foi perseguido por dois homens que estavam em uma motocicleta.  A vítima foi atingida com três tiros, sendo um na nuca e dois no peito.

O policial ainda foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador HumbertoLucena, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Arimatéia era lotado no 1º Batalhão da Polícia Militar e estava locado na guarnição que integra a segurança do Presídio do Róger. 

 

 

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