Após cair em armadilha de genro, homem é torturado e assassinado em Pedras de Fogo

Vítima teve um dedo arrancado e vários cortes pelo corpo, como no tornozelo, na cabeça e um ferimento profundo no pescoço

Polícia | Em 10/11/13 às 16h45, atualizado em 11/11/13 às 09h21 | Por Naira Di Lorenzo
Divulgação/Tenente Carvalho
Acusados do assassinato foram presos

Manoel Sílio Brajano dos Santos, 39 anos, foi cruelmente assassinado na madrugada deste domingo (10), em Pedras de Fogos, a 50 km de João Pessoa, na Zona da Mata paraibana. Ele foi encontrado morto pela Polícia Militar na zona rural da cidade, próximo ao sítio Bela Rosa. De acordo com o tenente Carvalho, comandante do Pelotão de Pedras de Fogo, a vítima foi assassinada pelo genro de 18 anos e um comparsa. Os dois foram presos.

O corpo de Manoel Sílio Brajano dos Santos apresentava sinais de tortura. Segundo o tenente, ele teve um dedo da mão esquerda arrancado e vários cortes pelo corpo, como no tornozelo, na cabeça e um ferimento profundo no pescoço. A dupla teria usado uma foice para cometer o crime.

A vítima foi levada ao local do crime pelo próprio genro, que fingiu precisar de uma carona. Chegando próximo ao sítio, outro homem já os aguardava. Os suspeitos roubaram da vítima R$ 500 e dois celulares. “Por volta das 23h o genro da vítima ligou para ele, pedindo para levá-lo à Zona Rural. Chegando a uma mata, outro homem já os esperava e foi cometido o latrocínio”, relatou o tenente Carvalho.

A polícia trabalha com duas hipóteses para motivação do assassinato, uma de que o genro tenha articulado para roubar o sogro, que havia recebido uma quantia em dinheiro recentemente; ou de que a execução pode estar relacionada à briga familiar. Segundo o tenente, testemunhas contaram que “a vítima estava se separando da mulher e passava por problemas familiares”.

O genro  da vítima, Rafael Brito do Monte, 18 anos, e Alisson José Pereira, 24 anos foram levados para a delegacia do município do Conde, na região metropolitana de João Pessoa.

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