Construtora nega perigo de acidente na obra em que psiquiatra morreu

A empresa diz também que as investigações policiais indicam que a tragédia teria sido suicídio, reforçadas por declarações que teriam sido feitas por familiares de que o psiquiatra sofria de depressão aguda

Cidades | Em 23/01/13 às 14h22, atualizado em 23/01/13 às 15h37 | Por Redação
Aguinaldo Mota
Prédio onde médico morreu

A Construtora Imagem Construções emitiu nota na manhã desta quarta-feira (23) negando que a obra em que o psiquiatra Alisson Pereira da Paz morreu após cair do 14º andar trouxesse qualquer perigo de acidente.

A informação teria sido ratificada após uma visita do Ministério do Trabalho na manhã de ontem (22) que teria constatado "que a construção não oferece perigo aos nossos funcionários, muito menos aos que entrem na construção, cumprindo nossos procedimentos de segurança".

A nota diz ainda que a vítima não era proprietária de um apartamento no prédio, nem era cliente da empresa.

A empresa diz também que as investigações policiais indicam que a tragédia teria sido suicídio, reforçadas por declarações que teriam sido feitas por familiares de que o psiquiatra sofria de depressão aguda.

A nota é assinada pelo presidente da empresa, Eduardo Gusmão.

O psiquiatra Alisson Pereira da Paz, de 62 anos, morreu na última segunda-feira (21) após cair do 14º andar do edifício em construção localizado no Bairro do Bessa, em João Pessoa. O Samu foi chamado ao local, mas o homem já estava morto.

O médico estaria visitando o edifício após ter comprado um imóvel ao lado. O médico atendia numa clínica de psicologia no Centro de João Pessoa.

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